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Eduardo Brandão de Azeredo

Eduardo Brandão de Azeredo
Mandato de: 
01/01/1995 até 01/01/1999

Eduardo Brandão de Azeredo (01/01/1995 a 01/01/1999)
Natural de Belo Horizonte, nasceu em 9 de setembro de 1948. Filho de Renato Azeredo e Ruth Brandão de Azeredo.
Formação: Bacharel em Engenharia Mecânica - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Pós-graduado em Engenharia Econômica

Atividades

  • Diretor-presidente da Companhia de Processamento de Dados do Estado de Minas Gerais (Prodemge) - 1983/1987
  • Presidente da Associação Brasileira de Empresas Estaduais de Processamento de Dados - 1985/1987
  • Superintendente Regional da Datamec de Minas Gerais - 1987/1988
  • Presidente da Empresa de Processamento de Dados do Município de Belo Horizonte S.A (Prodabel) - 1989/1990
  • Prefeito de Belo Horizonte - 1989/1992
  • Governador do Estado - 1995/1998
  • Senador - 2002 até a presente data

Trajetória

Foi durante o período que estudou no Colégio Estadual Central em Belo Horizonte que iniciou sua atuação política como secretario do Diretório Estudantil em 1969. Especializou-se em Informática, iniciando sua carreira profissional na IBM do Brasil, onde trabalhou 11 anos. O trabalho na IBM abriu-lhe outros caminhos no mundo da tecnologia da informação. A convite do então governador Tancredo Neves, dirigiu a Empresa de Processamento de Dados de Minas Gerais (Prodemge), na qual permaneceu até o fim do governo Hélio Garcia.

Posteriormente, foi superintendente da Datamec. Como vice-prefeito de Pimenta da Veiga, ocupou a direção da Prodabel e, depois de deixar a Prefeitura de Belo Horizonte, presidiu o Serpro, a empresa de processamento de dados do governo federal. Como político ajudou a fundar em Minas o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), ao qual permanece filiado. Foi prefeito de Belo Horizonte e governador do Estado de Minas Gerais. Durante sua gestão, na Prefeitura de Belo Horizonte (1990/1992), priorizou a Saúde e a Educação.

Como governador, Eduardo Azeredo investiu em educação e cultura. Seus trabalhos foram reconhecidos pela Unesco, órgão das Nações Unidas, que o premiou pelos projetos implementados nessas áreas. Instituiu a Lei Robin Hood que beneficiou os municípios mais carentes do Estado, em especial as regiões do Vale do Jequitinhonha e Norte de Minas, que puderam investir em obras e serviços, gerando mais empregos e renda para a população. Pelos seus reflexos na diminuição da mortalidade infantil, essa lei proporcionou ao governo Eduardo Azeredo o prêmio "Criança e Paz", concedido pelo Fundo das Nações Unidas para Criança e Adolescente (Unicef).

Durante sua gestão, como governador de Minas Gerais, Azeredo criou a Ouvidoria de Polícia; a Secretária de Meio Ambiente, com o ICMS Ecológico; o Programa de Mobilização de Comunidades (PMC) e o Programa Microgerais, além de ter ampliado a eletrificação rural, construído mais duas usinas hidrelétricas (Miranda e Igarapava) e implantado o Prosam. Em 1998, tentou a reeleição, mas perdeu para Itamar Franco. Nas eleições de 2002, Eduardo Azeredo foi eleito senador, estando nessa atividade até o momento.